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Threat Hunting · caça a ameaças

Threat Hunting: caça proativa a ameaças

Busca ativa por ameaças que já passaram pelas suas defesas e ainda não dispararam nenhum alerta. Partimos do princípio de que a empresa já pode ter sido comprometida — e vamos atrás do que ninguém viu. Dados no Brasil, conformidade com a LGPD.

Caça proativa MITRE ATT&CK Dados no Brasil Complementa o SOC 24h
O que é

Assuma que já fomos comprometidos — e vá procurar.

Threat hunting é a busca proativa por ameaças que já venceram as camadas de defesa e ainda não geraram alerta. Em vez de esperar um sinal, o caçador levanta hipóteses e vai atrás de comprometimentos silenciosos que passaram batido.

Busca proativa

Não esperamos o alarme tocar. Partimos da hipótese de que o atacante já está dentro e vamos atrás dele na telemetria.

Baseado em MITRE ATT&CK

As hipóteses partem de táticas e técnicas reais de atacantes catalogadas no MITRE ATT&CK — não de achismo.

Comprometimentos silenciosos

Descobrimos ameaças que passaram pelas defesas sem disparar alerta e permaneceriam invisíveis por meses.

Análise de telemetria

O SOC vasculha logs, endpoints, rede e aplicações em busca de sinais fracos que nenhuma regra pré-definida capturou.

Complementa o 24h

O hunting não substitui o monitoramento contínuo — reforça-o, cobrindo o ponto cego dos alertas automáticos.

Dados no Brasil · LGPD

Telemetria hospedada no país e operação aderente à LGPD, com remoção de dados pessoais antes da IA.

Como funciona no ARGOS

Da hipótese à descoberta do que ninguém tinha visto.

01 · Hipótese

Hipóteses de ataque

Levantamos hipóteses a partir de táticas de atacantes (MITRE ATT&CK) e da inteligência de ameaças do seu setor.

02 · Telemetria

Análise pelo SOC

O time de segurança sênior vasculha a telemetria — logs, endpoints e rede — atrás dos sinais de cada hipótese.

03 · Descoberta

Comprometimento & resposta

Comprometimentos silenciosos viram novas detecções no monitoramento 24h — e a caça vira defesa permanente.

CritérioMonitoramento 24hThreat Hunting
PosturaReativa (espera o alerta)Proativa (procura o oculto)
GatilhoRegra ou assinatura conhecidaHipótese baseada em MITRE ATT&CK
AlvoAmeaças que disparam alertaComprometimentos silenciosos
RelaçãoBase contínua de defesaComplementa e alimenta o SOC

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  • Resposta em até 1 dia útil
  • Hipóteses baseadas em MITRE ATT&CK
  • Dados no Brasil e conformidade com a LGPD

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Perguntas frequentes

Dúvidas sobre threat hunting.

Qual a diferença entre monitoramento e threat hunting?

O monitoramento reage a alertas: espera algo suspeito disparar uma regra conhecida. O threat hunting é o contrário — parte da hipótese de que o atacante já entrou e ainda não foi visto, e vai atrás dele ativamente na telemetria, procurando sinais que nenhuma regra pegou. Veja como isso se encaixa no SOC gerenciado 24h.

Por que preciso disso se já tenho um SOC?

O SOC vigia 24h e responde ao que o sistema aponta. O threat hunting cobre o ponto cego: ameaças silenciosas que passaram pelas defesas sem gerar alerta. As duas frentes se complementam — o hunting alimenta o SOC com novas detecções a cada comprometimento descoberto. Conheça também a detecção e resposta (MDR).

Com que frequência o threat hunting é feito?

Em ciclos recorrentes e sempre que surge um indício relevante — uma nova campanha de ataque no seu setor, um comportamento anômalo ou um alerta de inteligência de ameaças. Não à toa, os ataques costumam acontecer na hora mais silenciosa: leia A madrugada é o horário do ataque.

Como funciona a contratação?

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