Busca ativa por ameaças que já passaram pelas suas defesas e ainda não dispararam nenhum alerta. Partimos do princípio de que a empresa já pode ter sido comprometida — e vamos atrás do que ninguém viu. Dados no Brasil, conformidade com a LGPD.
Threat hunting é a busca proativa por ameaças que já venceram as camadas de defesa e ainda não geraram alerta. Em vez de esperar um sinal, o caçador levanta hipóteses e vai atrás de comprometimentos silenciosos que passaram batido.
Não esperamos o alarme tocar. Partimos da hipótese de que o atacante já está dentro e vamos atrás dele na telemetria.
As hipóteses partem de táticas e técnicas reais de atacantes catalogadas no MITRE ATT&CK — não de achismo.
Descobrimos ameaças que passaram pelas defesas sem disparar alerta e permaneceriam invisíveis por meses.
O SOC vasculha logs, endpoints, rede e aplicações em busca de sinais fracos que nenhuma regra pré-definida capturou.
O hunting não substitui o monitoramento contínuo — reforça-o, cobrindo o ponto cego dos alertas automáticos.
Telemetria hospedada no país e operação aderente à LGPD, com remoção de dados pessoais antes da IA.
Levantamos hipóteses a partir de táticas de atacantes (MITRE ATT&CK) e da inteligência de ameaças do seu setor.
O time de segurança sênior vasculha a telemetria — logs, endpoints e rede — atrás dos sinais de cada hipótese.
Comprometimentos silenciosos viram novas detecções no monitoramento 24h — e a caça vira defesa permanente.
| Critério | Monitoramento 24h | Threat Hunting |
|---|---|---|
| Postura | Reativa (espera o alerta) | Proativa (procura o oculto) |
| Gatilho | Regra ou assinatura conhecida | Hipótese baseada em MITRE ATT&CK |
| Alvo | Ameaças que disparam alerta | Comprometimentos silenciosos |
| Relação | Base contínua de defesa | Complementa e alimenta o SOC |
Em uma conversa rápida entendemos seu ambiente e apresentamos como a caça a ameaças reforça a sua defesa. Sem compromisso.
O monitoramento reage a alertas: espera algo suspeito disparar uma regra conhecida. O threat hunting é o contrário — parte da hipótese de que o atacante já entrou e ainda não foi visto, e vai atrás dele ativamente na telemetria, procurando sinais que nenhuma regra pegou. Veja como isso se encaixa no SOC gerenciado 24h.
O SOC vigia 24h e responde ao que o sistema aponta. O threat hunting cobre o ponto cego: ameaças silenciosas que passaram pelas defesas sem gerar alerta. As duas frentes se complementam — o hunting alimenta o SOC com novas detecções a cada comprometimento descoberto. Conheça também a detecção e resposta (MDR).
Em ciclos recorrentes e sempre que surge um indício relevante — uma nova campanha de ataque no seu setor, um comportamento anômalo ou um alerta de inteligência de ameaças. Não à toa, os ataques costumam acontecer na hora mais silenciosa: leia A madrugada é o horário do ataque.
Começa com uma conversa rápida para entender o ambiente e o escopo, definir a telemetria disponível e montar uma proposta sob medida. Solicite uma avaliação ou veja como começar.