No modelo híbrido, os sensores ficam no seu ambiente e a orquestração roda na nuvem — equilíbrio entre controle e agilidade, desenhado sob medida para a sua operação.
O SOC híbrido do ARGOS combina sensores no seu ambiente com orquestração na nuvem — um desenho sob medida entre soberania de dados e velocidade de operação.
A coleta e a telemetria sensível ficam dentro do seu perímetro, sob o seu controle e as suas políticas.
A inteligência, a correlação e as atualizações rodam na nuvem — sem você precisar manter a plataforma.
O melhor dos dois modelos: soberania sobre o que é crítico e a velocidade da nuvem para o resto.
Você decide o que fica local e o que roda na nuvem, conforme a criticidade e a conformidade da sua operação.
Diante de um ataque, o invasor é bloqueado em segundos; em incidentes críticos, o plantão liga e escala.
A telemetria enviada à nuvem fica hospedada no país e a operação é aderente à LGPD.
Entendemos seu ambiente e definimos o que fica local e o que roda na nuvem, conforme criticidade e conformidade.
Instalamos os sensores (leves) no seu ambiente e conectamos à orquestração na nuvem. A vigilância começa rápido.
Passamos a monitorar, bloquear e responder a incidentes — com plantão e relatório mensal.
| Critério | On-premise | Híbrido | Nuvem |
|---|---|---|---|
| Dados | Seu data center | Sensores locais + nuvem | Nuvem no Brasil |
| Setup | Dias | Dias | Horas |
| Ideal para | Regulados | Equilíbrio | Agilidade |
Em uma conversa rápida entendemos seu ambiente e apresentamos o plano de proteção adequado ao seu porte. Sem compromisso.
Quando você precisa equilibrar soberania de dados e agilidade: dados e sensores sensíveis ficam no seu ambiente, enquanto a orquestração e a inteligência rodam na nuvem, com implantação mais rápida do que um SOC on-premise.
Sim. O híbrido é desenhado sob medida: você decide quais sensores, telemetria e dados permanecem no seu ambiente e o que roda na nuvem, conforme as exigências de conformidade da sua operação.
Sim. O modelo é flexível: dá para começar híbrido e migrar depois para totalmente on-premise ou totalmente em nuvem, conforme a sua operação evolui.