Um ciclo contínuo de descoberta de ativos, varredura, priorização por risco e acompanhamento da correção — operado por um time de segurança sênior somado à IA. Não é um scan avulso; é o que realmente importa, corrigido primeiro. Dados no Brasil, conformidade com a LGPD.
A gestão de vulnerabilidades é o ciclo que descobre os ativos da sua empresa, varre em busca de falhas, prioriza pelo risco real e acompanha a correção até o fim — de forma recorrente, e não uma vez por ano.
Mapeamos servidores, endpoints, aplicações e o que está exposto — você não protege o que não sabe que existe.
Varreduras periódicas em vez de um retrato único, para fechar a janela de exposição entre um ciclo e o próximo.
Ordenamos pelo que importa: gravidade, exposição do ativo e contexto de ameaça — não só a nota bruta do scanner.
Um painel do estado atual e um relatório executivo do que foi encontrado, priorizado e corrigido — pronto para a diretoria.
Não paramos no achado: acompanhamos a remediação até o fechamento e revalidamos na varredura seguinte.
Telemetria hospedada no país e operação aderente à LGPD, com remoção de dados pessoais antes da IA.
Mapeamos os ativos e o que está exposto, e definimos a cadência de varredura ideal para o seu ambiente.
Varreduras recorrentes com priorização por contexto de ameaça — o que realmente importa vem primeiro.
Painel, relatório e apoio do SOC 24h para acompanhar a remediação até o fechamento e revalidar.
| Critério | Scan avulso | ARGOS (gerenciado) |
|---|---|---|
| Frequência | Pontual, uma vez | Varredura recorrente |
| Priorização | Lista bruta do scanner | Por risco e contexto de ameaça |
| Correção | Por conta do seu time | Acompanhada até o fechamento |
| Apoio | Sem plantão | SOC 24h |
A gestão de vulnerabilidades complementa o pentest pontual: o pentest aprofunda em um momento; a gestão mantém a vigilância ao longo do tempo.
Em uma conversa rápida entendemos seu ambiente e apresentamos o plano de gestão de vulnerabilidades adequado ao seu porte. Sem compromisso.
O pentest é um teste pontual e aprofundado, em que especialistas simulam um ataque real para achar falhas exploráveis em um momento específico. A gestão de vulnerabilidades é um processo contínuo: varre o ambiente de forma recorrente, prioriza o que importa e acompanha a correção ao longo do tempo. Os dois se complementam.
O ideal é uma varredura recorrente — normalmente semanal ou quinzenal para ativos expostos, e a cada mudança relevante de infraestrutura. Varrer só uma vez por ano deixa uma janela grande de exposição entre uma varredura e a próxima.
É ordenar as vulnerabilidades pelo que realmente importa, e não só pela nota do scanner. Combina a gravidade da falha com a exposição do ativo e o contexto de ameaça (se já existe exploração ativa) para dizer o que corrigir primeiro. Veja como isso se conecta às falhas mais comuns no guia OWASP Top 10 explicado.
Começa com uma conversa rápida para entender o ambiente e o escopo, definir a cadência de varredura e montar uma proposta sob medida. Solicite uma avaliação ou veja como começar.