Um pentest (ou teste de invasão) é uma simulação autorizada de ataque: especialistas tentam invadir seus sistemas usando as mesmas técnicas dos criminosos, mas com permissão e método, para encontrar vulnerabilidades antes que alguém mal-intencionado as explore. No fim, você recebe um relatório em português com as falhas encontradas, o risco de cada uma e como corrigir. Na NoBug, o teste segue o OWASP Top 10 e todos os dados ficam no Brasil.
Ter firewall, antivírus e senhas fortes não prova que sua empresa está segura — prova apenas que você tem defesas instaladas. A pergunta que importa é outra: elas realmente aguentam um ataque? A única forma honesta de responder é colocar alguém para tentar invadir de verdade, de forma controlada. É exatamente isso que um pentest faz.
Os tipos de pentest
Os testes variam conforme quanta informação o time recebe antes de começar e conforme de onde parte o ataque. As combinações mais comuns são:
- Black box: os testadores começam sem nenhuma informação interna, como um atacante externo real. Simula bem um invasor de fora, mas costuma cobrir menos.
- Gray box: o time recebe acesso parcial — por exemplo, uma conta de usuário comum. É o equilíbrio mais usado, pois imita um criminoso que já conseguiu um pé dentro.
- White box: os testadores têm acesso amplo, incluindo credenciais e às vezes o código. Cobre mais em menos tempo e encontra falhas profundas.
Além do nível de informação, o teste pode ser externo (partindo da internet, como faria um atacante de fora), interno (simulando alguém que já está na rede) ou focado em uma aplicação web específica, avaliando login, permissões e formulários.
Como é um pentest na prática
Um teste sério não é sair disparando ferramentas. Ele segue etapas claras:
- Escopo: definimos juntos o que será testado, quando e até onde ir. É o que separa um pentest autorizado de um ataque de verdade.
- Execução: os especialistas mapeiam o alvo e tentam explorar as falhas, combinando ferramentas com análise manual — a parte que ferramenta nenhuma substitui.
- Relatório: cada vulnerabilidade encontrada vira um item com o risco, a evidência e o passo a passo para corrigir.
- Reteste: depois que você corrige, voltamos para confirmar que as falhas foram realmente fechadas — não basta acreditar, é preciso verificar.
O que você recebe
O produto final de um pentest não é uma lista de sustos — é um plano de ação. O relatório entregue traz:
- Um resumo executivo em linguagem clara, para a liderança entender o risco sem jargão técnico.
- A lista de vulnerabilidades encontradas, cada uma com sua gravidade e o impacto real para o negócio.
- A evidência de cada falha e o passo a passo de correção, para o time técnico saber exatamente o que fazer.
- O reteste após as correções, confirmando que as brechas foram fechadas de verdade.
Na NoBug, o teste é conduzido com base no OWASP Top 10 — a referência das falhas mais críticas em aplicações — e o relatório sai em português, com os dados mantidos no Brasil. O objetivo não é só apontar problemas, mas deixar sua empresa mais segura ao final.
Onde o Argos entra
O pentest da NoBug encontra as brechas antes dos criminosos, mas segurança não é um evento único: entre um teste e outro, o ambiente muda e novos riscos surgem. Por isso o Argos, o SOC gerenciado 24h da NoBug, vigia seu ambiente sem parar — para que o que o pentest apontou continue fechado e para reagir a incidentes conforme eles aparecem. Se quiser entender o método por trás do teste, veja o recurso completo sobre teste de invasão.
- Pentest é uma simulação autorizada de ataque para achar vulnerabilidades antes dos criminosos.
- Varia entre black, gray e white box, e pode ser externo, interno ou focado em aplicação web.
- Na prática segue escopo, execução, relatório e reteste — com análise manual, não só ferramentas.
- Você recebe um relatório em português com risco, evidência e correção; na NoBug, baseado no OWASP Top 10 e com dados no Brasil.